por Allan
Chuck vs. the Fake Name seguiu o mesmo padrão que os últimos episódios: Chuck desenvolvendo suas novas habilidades e se encaminhando para tornar um espião, mudando aos poucos sua personalidade e se tornando mais frio, enquanto que ele e Sarah continuam separados e novos obstáculos surgem para mantê-los assim.

Na missão da semana, Chuck teve que impersonar um assassino chamado Rafe Gruber e realizou muito bem sua missão, chegando a torturar Casey e usar as habilidades do intersect 2.0 para lutar contra um grupo de agentes a fim de manter o disfarce, o que rendeu um inesperado elogio de Casey. Porém, apesar do disfarce convincente, nem tudo foi perfeito, ainda houve deslizes típicos de Chuck como, por exemplo, o pedido por instrumentos dentais esterilizados. Estes pequenos deslizes em conjunto com a convincente interpretação de Chuck, engraçada por Chuck assumir um papel tão diferente do seu verdadeiro eu, foram o triunfo do episódio.
Sarah e Shaw se envolvem ainda mais nesse episódio, a ponto de Sarah revelar a Shaw seu verdadeiro nome, Sam (por favor, roteiristas, não a chamem por esse nome novamente). Apesar das minhas objeções quanto ao quadrado (agora triângulo) amoroso, o falso embate entre Chuck e Shaw se encaixou bem no episódio e levou Chuck a se decidir entre Hannah e Sarah (já é um começo, agora só falta Sarah se decidir). Que Chuck terminaria com Hannah em algum ponto era óbvio, mas foi decepcionante este ser o momento. A participação de Hannah foi muito curta e, para piorar, Chuck terminou a relação de um modo muito canalha, injustificável. Espero, também, que esta seja a última vez que Chuck tenha um relacionamento amoroso com uma não espiã, não é a primeira vez que ele tenta para, no fim, a relação não dar certo.

No geral, Chuck vs. the Fake Name foi um ótimo episódio, apesar dos momentos “ficarão ou não juntos” que os roteiristas insistem em manter.

Na missão da semana, Chuck teve que impersonar um assassino chamado Rafe Gruber e realizou muito bem sua missão, chegando a torturar Casey e usar as habilidades do intersect 2.0 para lutar contra um grupo de agentes a fim de manter o disfarce, o que rendeu um inesperado elogio de Casey. Porém, apesar do disfarce convincente, nem tudo foi perfeito, ainda houve deslizes típicos de Chuck como, por exemplo, o pedido por instrumentos dentais esterilizados. Estes pequenos deslizes em conjunto com a convincente interpretação de Chuck, engraçada por Chuck assumir um papel tão diferente do seu verdadeiro eu, foram o triunfo do episódio.
Sarah e Shaw se envolvem ainda mais nesse episódio, a ponto de Sarah revelar a Shaw seu verdadeiro nome, Sam (por favor, roteiristas, não a chamem por esse nome novamente). Apesar das minhas objeções quanto ao quadrado (agora triângulo) amoroso, o falso embate entre Chuck e Shaw se encaixou bem no episódio e levou Chuck a se decidir entre Hannah e Sarah (já é um começo, agora só falta Sarah se decidir). Que Chuck terminaria com Hannah em algum ponto era óbvio, mas foi decepcionante este ser o momento. A participação de Hannah foi muito curta e, para piorar, Chuck terminou a relação de um modo muito canalha, injustificável. Espero, também, que esta seja a última vez que Chuck tenha um relacionamento amoroso com uma não espiã, não é a primeira vez que ele tenta para, no fim, a relação não dar certo.

No geral, Chuck vs. the Fake Name foi um ótimo episódio, apesar dos momentos “ficarão ou não juntos” que os roteiristas insistem em manter.
Fotos: Reprodução.
Allan
twitter.com/allanschnorr







1 comentários:
Opa opa opa!!!
Não se pode esquecer que neste episódio tivemos a participação mais do que super especial dos mafiosos de "Familia Soprano", fazendo nada mais, nada menos do que "Mafiosos"
Até o aviso para o chuck de que esse grupo era da "velha escola" foi maravilhoso!!!!
Adorei!!!!
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